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Alexander Somov

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Alexander Somov nasceu em Sófia, onde estudou na Escola Nacional de Música com Stefan Rounevsky. Estreou-se em concerto aos 15 anos, apresentando-se na Bulgária e na Alemanha. Vencedor de várias competições nacionais, atuou também na Grécia, Itália, Sérvia e Israel.

Prosseguiu os seus estudos na Guildhall School of Music and Drama, em Londres, onde, em 1998, se tornou o primeiro músico da Europa de Leste a receber a Medalha de Ouro. Apresentou-se a solo com numerosas orquestras internacionais e, em 2006, assumiu o cargo de violoncelo solo (violoncelle super soliste) da Orquestra Filarmónica de Estrasburgo. Foi violoncelista principal da Sinfonia do Norte entre 2000 e 2006.

Desde 2002, é regularmente convidado como maestro convidado pela Filarmónica de Londres, pela London Symphony Orchestra, pela Philharmonia Orchestra, pela Scottish Chamber Orchestra, bem como pelas orquestras de Halle e da Câmara Inglesa.

Pedagogo dedicado, desde 2006 é professor no Conservatório e na Académie Supérieure de Estrasburgo, sendo também regularmente convidado para academias internacionais como Flaine, Musicalta, Les Stages Boîte à Musique (França) e o Festival Ringamala (Suécia), entre outros.

Nascido em Palermo em 1982, Giuseppe Andaloro é um dos pianistas italianos mais aclamados da sua geração. Vencedor de vários concursos internacionais de prestígio — entre os quais o Ferruccio Busoni (Bolzano), London World, Sendai, Hong Kong e Porto — foi distinguido com a Medalha de Mérito Artístico pelo Ministério da Cultura italiano em 2005. 

Tem-se apresentado em algumas das mais importantes salas de concerto do mundo, incluindo o Teatro alla Scala e a Sala Verdi, em Milão, o Teatro San Carlo, em Nápoles, o Mozarteum de Salzburgo, o Konzerthaus Berlin, a Salle Gaveau, em Paris, o Royal Festival Hall, em Londres, o Sumida Triphony Hall, em Tóquio, a Esplanade, em Singapura, e o Concert Hall, em Hong Kong. Participou ainda em festivais de renome internacional, como o Salzburg Festival, o Ruhr Piano Festival, o Spoleto Festival dei Due Mondi, o George Enescu Festival, o Ravello Festival e o Beirut Al Bustan. 

Como solista, colaborou com orquestras como a London Philharmonic, a NHK Symphony Orchestra (Tóquio), a Philharmonische Camerata Berlin, a Accademia Nazionale di Santa Cecilia e a Hong Kong Philharmonic, sob a direção de maestros como Vladimir Ashkenazy, Gianandrea Noseda e Andrew Parrott. No âmbito da música de câmara, partilhou o palco com artistas como Sarah Chang, Giovanni Sollima, Anna Tifu, Sergej Krylov e John Malkovich. 

Para além de um vasto repertório a solo, destaca-se também pelas suas transcrições de obras como The Rite of Spring, de Stravinsky, e La Valse, de Ravel. Desenvolve igualmente atividade pedagógica e conta com diversas gravações editadas por etiquetas como a Sony, Warner, Naxos, BAM e Fontec. 

Giuseppe Andaloro

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Federica Vignoni

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Violinista formada no Conservatório “L. D’Annunzio”, em Pescara, concluiu os estudos com distinção sob orientação de F. Mezzena e aperfeiçoou-se na Academia “W. Stauffer”, em Cremona, com Salvatore Accardo, participando também em masterclasses de F. Manara e G. Carmignola.

Ao longo da sua carreira, foi premiada em diversos concursos nacionais e internacionais, destacando-se o Primeiro Prémio no Festival Internacional de Norcia e no Concurso Rovere d’Oro. Colabora regularmente com orquestras sinfónicas, de ópera, música de câmara e barroca, tendo integrado formações como a EUYO, a Orquestra de Câmara Italiana, a Orchestra Sinfonica Abruzzese e a Orchestra Mozart, dirigida por Claudio Abbado.

A sua atividade concertística levou-a a atuar em vários países da Europa, Médio Oriente, América do Sul e Japão. Apresentou-se como solista com diversas orquestras italianas e representou o Conservatório de Pescara numa atuação em duo com piano durante a visita de Martha Argerich. Participou ainda numa transmissão europeia em direto na Rádio 3, interpretando Astral Cycle Part II, de Michelangelo Lupone.

Nasceu em Cuamba a 25 de março de 1963, filho de pais quelimanenses, e mudou-se ainda bebé para Quelimane, onde viveu grande parte da adolescência. Ali adquiriu a identidade “machuabo”, que moldou a sua personalidade e lhe valeu o título de Cidadão Honorário de Quelimane em 2022.

Ao longo da carreira, partilhou palco com grandes nomes da música internacional e atuou em importantes salas pelo mundo, destacando-se o Coliseu dos Recreios, em Lisboa, onde em 2014 foi o primeiro moçambicano a esgotar um espetáculo próprio. Apresentou-se também em espaços emblemáticos no Brasil e na Europa.

A sua música combina tradição moçambicana e contemporaneidade, criando um som enérgico e poético, com mensagens de esperança e transformação. Essa ligação à poesia levou-o a lançar, em 2022, o livro “O Alfaiate e a Arte de Costurar o Amor”.

Paralelamente, é apresentador de programas de televisão sobre turismo, cultura e artes, e ativista social, tendo sido o primeiro Embaixador da Boa Vontade da UNICEF em Moçambique. Defende causas ambientais desde 1995 e participa ativamente em processos cívicos e de direitos humanos.

Foi o primeiro moçambicano a ingressar na Berklee College of Music e tem contribuído para o acesso de outros músicos à instituição. Recebeu diversas condecorações nacionais e internacionais e é um dos artistas mais premiados do Festival Ngoma.

Stewart Sukuma and Friends

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Philipp Frings

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Nascido em 2004 no seio de uma família de músicos, iniciou o estudo do clarinete aos quatro anos sob a orientação do seu pai. Frequentou o programa de jovens talentos da Robert Schumann Hochschule Düsseldorf, na classe de Martin Bewersdorff, prosseguindo atualmente os seus estudos na Universität der Künste Berlin, na classe do Prof. François Benda.

Laureado em diversos concursos nacionais e internacionais, foi distinguido, entre outros, com a medalha de ouro no Concours Luxembourgeois pour Jeunes Solistes, bem como em competições como Jugend musiziert, Beethoven Bonnensis e o International Mozart Competition Vienna.

Apresenta-se regularmente como solista e em música de câmara, tendo colaborado com formações orquestrais e participado em academias de prestígio. O seu percurso artístico tem sido marcado pelo contacto com músicos de renome internacional, afirmando-se como um dos jovens clarinetistas mais promissores da sua geração.

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Pianista ucraniana, iniciou a sua formação musical desde muito cedo e prosseguiu os seus estudos na Kharkiv National University of Arts, continuando posteriormente na Folkwang Universität der Künste, onde se especializou em música de câmara e acompanhamento.

Apresenta-se regularmente em palcos europeus, tanto em duos como acompanhadora, colaborando com diversos músicos e participando em festivais e transmissões radiofónicas.

O seu percurso artístico inclui ainda a participação em masterclasses, com músicos de renome e o acompanhamento em concursos internacionais de prestígio, afirmando-se como uma intérprete versátil e sensível, no contexto da música de câmara.

Tetiana Bielikova

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Adriana Gonçalves

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Adriana Gonçalves, natural de Viana do Castelo, iniciou os estudos de violoncelo em 2011 com o professor Iminas Kucinskas, com quem trabalhou até 2019. Nesse ano, ingressou na Escola Superior de Música de Lisboa, na classe do professor Levon Mouradian, concluindo em 2023 a Licenciatura em Execução.

Em 2021, fundou o Trio ARO, com o clarinetista Diogo Cocharra e o pianista Miguel Perdigão. O grupo já se apresentou em várias salas de Portugal, Espanha, Itália e Polónia, destacando-se também por estreias nacionais e absolutas, além de uma gravação ao vivo para a Antena 2 e participações premiadas em concursos.

Ao longo do seu percurso, Adriana contactou com músicos de referência como Evan Rogister, Thomas Sanderling, Martin Fröst e Raúl da Costa. Integra ou colaborou com diversas orquestras, entre as quais a Orquestra do Alto Minho, a Sinfonietta de Angra do Heroísmo, a Orquestra do Estágio Gulbenkian, a Orquestra de Câmara Portuguesa, a Orquestra Municipal de Sintra, a Lisbon Film Orchestra e a Orquestra de Jovens do Mediterrâneo.

Em 2022, estreou-se como solista com a Orquestra de Repertório da Escola Superior de Música de Lisboa, sob direção de Jean-Marc Burfin. Em 2024, realizou uma digressão na China com a Orquestra da Costa Atlântica, totalizando 22 concertos.

Atualmente, frequenta o Mestrado em Ensino de Música e é professora no Conservatório de Cascais, colaborando também com a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras.

Fundado em 2020, o AMADEUS TRIO reúne três músicos de renome internacional, unidos por uma profunda paixão pela música de câmara e por uma forte ligação à tradição deste repertório. O ensemble nasceu do desejo de criar uma identidade artística comum e uma relação próxima e autêntica com o público.

Paralelamente à atividade camerística, os seus membros desenvolvem carreiras de destaque como solistas, tendo colaborado com orquestras de prestígio como a Royal Philharmonic Orchestra (Londres), a Vienna Symphony Orchestra e a Vienna Chamber Orchestra. Apresentaram-se em algumas das mais importantes salas de concerto do mundo, entre as quais o Carnegie Hall (Nova Iorque), Wigmore Hall (Londres), Suntory Hall (Tóquio), Tonhalle (Zurique), bem como na Grande Sala do Vienna Konzerthaus e na Sala Dourada do Vienna Musikverein.

A intensa atividade concertística do trio, tem-no levado a palcos internacionais de referência, com atuações em diversas cidades da Europa e da Ásia, incluindo Áustria, China, Eslovénia, Croácia, Hungria, Itália e Suíça.

Desde a sua estreia, no Vienna Konzerthaus, perante uma sala esgotada e com uma entusiástica ovação do público, o AMADEUS TRIO tem vindo a afirmar-se com uma presença artística consistente, marcada por interpretações envolventes e por uma relação particularmente próxima com o seu público.

Amadeus Trio

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Wolfgang David
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Wolfgang Panhofer
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Bernhard Parz

Gonçalo Pescada

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Gonçalo Pescada nasceu em Faro, a 10 de agosto de 1979. Doutorado com distinção e louvor em Música e Musicologia, na vertente de Interpretação, pela Universidade de Évora (2014), concluiu também a licenciatura em Música – Interpretação pela Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco. Frequentou ainda o Curso Complementar de Acordeão no Instituto Musical Vitorino Matono, em Lisboa, e obteve a Profissionalização em Serviço pela Universidade Aberta.

Ao longo da sua carreira, foi distinguido com vários prémios, incluindo o 1.º Prémio no Concurso Nacional de Acordeão (Alcobaça, 1995), o 1.º Prémio no Concurso Internacional “Città di Montese” (Itália, 2004) e o 1.º Prémio no Concurso de Interpretação do Estoril (2006).

Apresentou-se como solista com diversas orquestras, estreando e interpretando várias obras em primeira audição em Portugal. Foi também convidado a participar em festivais de prestígio em países como Espanha, França, Reino Unido, Alemanha, Itália e Bulgária.

Realizou gravações para rádio e televisão, nomeadamente para a Antena 2, a RTP e a Rádio e Televisão Nacional da Bulgária. A sua discografia inclui vários CDs a solo, em música de câmara e com orquestra, sendo que alguns compositores lhe dedicaram novas obras.

Atualmente, é Professor Auxiliar no Departamento de Música da Universidade de Évora e investigador integrado no CESEM – Centro de Estudos em Música.

A pianista franco-húngara Suzana Bartal, natural de Timisoara, iniciou os seus estudos na sua cidade natal e prosseguiu a formação em França, no Conservatoire National Supérieur de Musique de Paris e de Lyon, concluindo o Doutoramento em Artes Musicais na Yale School of Music (EUA).

Vencedora do New York Concert Artists Concerto Competition em 2013, apresentou-se em salas e festivais de prestígio como a Philharmonie de Paris, o Concertgebouw de Amesterdão, o Beethoven-Haus de Bona e o Festival de Páscoa de Aix-en-Provence.

Colaborou com orquestras como a Orchestre Philharmonique de Radio France, a Orquestra Nacional de Auvergne e a Madeira Classical Orchestra, sob a direção de maestros como Marc Minkowski e Marzena Diakun.

As suas gravações para as editoras Naïve, Erato/Warner e Hungaroton receberam ampla aclamação, destacando-se o registo integral das Années de pèlerinage de Liszt e o álbum dedicado à música de câmara de Eric Tanguy, premiado com o Diapason d’Or de l’Année. Desde 2020 é diretora artística do Festival “Piano à Riom” e, desde 2024, professora de piano da École Normale de Musique de Paris.

Susana Bartal

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Nikolay Lalov
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Nasceu em Sófia, na Bulgária. Terminou a prestigiada Escola de Música Nacional “L. Pipkov” com medalha de ouro, atribuída pelos excelentes resultados obtidos durante os estudos. Diplomou-se na Academia Nacional da Bulgária como violinista e maestro, regressando à Escola de Música Nacional “L. Pipkov” como o mais jovem professor de violino a trabalhar naquela instituição. Reside em Portugal desde 1989. Como violinista e maestro, Nicolay Lalov gravou para a Rádio Nacional Búlgara e para a Rádio Difusão Portuguesa. Dirigiu e tocou em orquestras de vários países europeus e dos EUA. Foi agraciado com a Medalha de Mérito Cultural (Oeiras 2003) e com o Diploma dos ministérios dos Negócios Estrangeiros e da Cultura da Bulgária (2003 e 2017).  Em 2004, foi-lhe atribuído o título Académico Correspondente da Academia de Música de Valência (Espanha). Em 2009 foi considerado “Profissional do Ano” pelo Rotary Club Cascais-Portugal. No mesmo ano recebeu “A Batuta de Prata” da Câmara Municipal de Cascais, como reconhecimento pelo seu contributo na arte e na cultura e foi-lhe atribuído o título de Membro Honorário do Rotary Club de Oeiras. É Diretor Artístico e Maestro Titular da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras e da Sinfónica de Cascais.

Fundada em 2018 no âmbito de Cascais "Capital Europeia da Juventude", a Orquestra Juvenil de Cascais (OJC) consolidou-se como um projeto estruturante para a formação musical e excelência artística no concelho. Através de parcerias com o Conservatório de Música de Cascais, a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, a Escola Secundária Frei Gonçalo de Azevedo e a autarquia, a OJC proporciona aos jovens intérpretes uma experiência orquestral completa.

Ao longo do seu percurso, a orquestra tem-se destacado pela forte ligação à comunidade e ao património. Entre os seus momentos mais emblemáticos, sobressaem os concertos realizados nos centros de vacinação durante a pandemia de Covid-19, um gesto de proximidade que levou esperança a profissionais de saúde e cidadãos. Além disso, a OJC tem fomentado o diálogo cultural através de colaborações internacionais, como o intercâmbio com a Orquestra Sinfónica Juvenil Chiquinha Gonzaga, e marca presença assídua em eventos locais como a Gala da Educação, no Casino Estoril.

Atualmente, a OJC regressa ao Festival EntreQuintas, reafirmando a sua autenticidade e o papel vital da juventude como motor da cultura. O projeto continua a transformar diversos espaços — de auditórios a jardins históricos — em palcos de experiências sonoras vivas, demonstrando a energia criativa e o talento dos seus jovens músicos.

Orquestra Juvenil de Cascais

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Inês Simões

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Inês Simões iniciou a sua formação aos 4 anos, consolidando os seus estudos na Academia Nacional Superior de Orquestra, na Wales International Academy of Voice e na Guildhall School of Music and Drama. Detentora de um timbre rico e luminoso, a soprano portuguesa destaca-se pela sua forte ligação à música contemporânea, tendo já protagonizado 27 estreias em diversos géneros musicais.

A sua evolução artística para o registo de soprano spinto permitiu-lhe abraçar o grande repertório germânico. Entre os seus marcos recentes e futuros, destacam-se:

  • Interpretações de obras de Strauss (Salome e Vier Letzte Lieder) e Wagner (Wesendonck Lieder e Liebestod);

  • Estreia no Barbican Hall com Wozzeck de Berg;

  • Estreia agendada para a temporada 2025/2026 no prestigiado Wiener Musikverein.

Colaboradora regular de instituições como a Orquestra Gulbenkian e o Teatro Nacional de São Carlos, Inês possui também uma discografia relevante, incluindo projetos dedicados à canção lírica portuguesa com o Duo Tágide. A sua carreira é definida por uma exploração fervorosa da música do século XX e por uma presença constante nos principais palcos e festivais nacionais e internacionais.

Marina Pacheco é detentora de “assinalável musicalidade, invulgar segurança e solidez técnicas, justificando os aplausos não tanto pela agradável presença física, mas pela ductilidade vocal.” (in Público). 

Vencedora da 26a edição do “Prémio Jovens Músicos” (Portugal) e galardoada em vários concursos na Europa, Marina apresenta-se regularmente em ópera, oratória, canção e música contemporânea. 

Elogiada na imprensa internacional pelo “virtuosismo perfeito” e pelo “talento como atriz”, cantou em diversos palcos na Europa, bem como Cabo Verde, China, Colômbia, Moçambique e África do Sul. 

Projetos futuros envolvem concertos no Japão com a Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolins, a gravação de um álbum com a harpista Ana Aroso e a saxofonista Isabel Anjo, bem como a estreia de novos projetos.

Com os três discos “João Arroyo: obra para canto e piano”, “Canções de Lemúria” e “Cantiga partindo-se”, desenvolve o seu compromisso na divulgação da música portuguesa. 

Em 2021, lançou o disco “Schmetterlinge”, financiado pela NEUSTART KULTUR. Marina foi bolseira desta entidade por dois anos consecutivos e ainda da Fundação GDA em 2016, 2017 e 2025.

Marina Pacheco

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Pedro Lopes

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Licenciado pela ESMAE na classe de Pedro Burmester, Pedro Lopes consolidou a sua formação na Alemanha, na Hochschule für Musik Detmold, onde realizou o Mestrado em Música de Câmara sob a orientação de Peter Orth e do Quarteto Auryn. A sua competência técnica e artística foi reconhecida com diversos prémios, destacando-se o Prémio Helena Sá e Costa e o galardão de Melhor Pianista Acompanhador da Fundação Rotária Portuguesa. Internacionalmente, venceu o Concurso Auryn em edições consecutivas (2017 e 2018).

O seu percurso performativo inclui passagens pelas mais prestigiadas salas nacionais, como a Casa da Música, o Centro Cultural de Belém e a Fundação Calouste Gulbenkian. Paralelamente ao piano, Pedro Lopes demonstra versatilidade como barítono, tendo integrado o Coro Casa da Música e o Ensemble Cupertinos, onde colaborou com maestros de renome internacional como Paul Hillier e Christoph König.

Atualmente, dedica-se ao ensino de piano e prática de teclado na Escola Profissional de Música de Espinho, na EMARA e na Academia A Pauta. Complementa a sua atividade pedagógica com um trabalho especializado de vocal coaching para cantores, unindo a sua vasta experiência instrumental e vocal.

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