Filipe Quaresma
 

Filipe Quaresma (1980), é “...um dos mais interessantes músicos portugueses da actualidade” (Jornal Público) e tem uma “....forma precisa e soberbamente articulada de tocar, cheia de paixão e bastante contemplativa...” (The Strad Magazine). 

Concilia a sua intensa carreira a solo e de música de câmara com a atividade de professor de violoncelo na ESMAE - IPP, o lugar de primeiro violoncelo na Orquestra Barroca da Casa da Música (CdM) e do Darcos Ensemble, o Remix Ensemble CdM, o Sond’Ar-te Electric Ensemble e a Orchestre Révolutionnaire et Romantiquede Sir John Eliot Gardiner.

Já se apresentou nas principais salas portuguesas e europeias, entre as quais se destacam Casa da Música, Fundação Gulbenkian, CCB, Carnegie Hall de Nova Iorque, Elbphilharmonie de Hamburgo, Philharmonie de Paris, Berliner Philharmoniker, Royal Albert Hall, Wigmore Hall, Concertgebouw, Tonhalle Zürich, Wiener Konzerthaus, Musikverein, Philharmonie Luxembourg e Palau de la Musica de Barcelona, trabalhando com os mais prestigiados músicos portugueses e estrangeiros da actualidade. 

Estudou na EPABI (Covilhã) com Rogério Peixinho, na Royal Academy of Music (Londres) com David Strange e Mats Lidström, e na Scuola di Musica di Fiesole (Itália) com Natalia Gutman.

Obteve vários prémios e bolsas de estudo de prestígio nacional e internacional, sendo de destacar o título ARAM (Associate Royal Academy of Music) atribuído em 2010. 

A sua discografia é extensa, sempre com as melhores críticas, destacando-se “Sonatas for cello and piano” (2017) com o pianista António Rosado, e, pela etiqueta norte-americana ODRADEK (2018), o CD com o Concerto para Violoncelo e Orquestra de Luís Tinoco, gravado ao vivo na sua estreia no CCB em 2017. 

Filipe Quaresma toca com um violoncelo de Christian Bayon e um violoncelo barroco de António Capela. 

Lilia Donkova
 

Lilia Donkova, neta de um dos mais famosos compositores e pedagogos búlgaros, Bentzion Eliezer, nasceu em Sófia, Bulgária. Terminou o curso superior e de pósgraduação na Royal Academy of Music de Londres com a prof. Lydia Mordkovich, recebendo um premio especial pelo seu exame final. Ainda como jovem e durante os seus estudos na Royal Academy foram-lhe atribuídos vários prémios e bolsas de estudo. É doutorada pela universidade de Évora. Como solista Lilia tem vindo a desenvolver uma intensa atividade concertista. Participou em vários festivais internacionais em diversos países da Europa, EUA e México. Apresentou-se em grandes salas como o Grande Auditório Stern e Weill Recital Hall do Carnegie Hall em Nova York, Queen Elizabeth Hall em Londres, Sala Verdi em Milão, Teatro Filarmonico em Verona, Smetana Hall em Praga, e Muth em Viena, recebendo excelentes críticas pelas suas atuações.
Deu o seu primeiro curso de violino em Miami University – Estados Unidos em 2008. Em 2009 Lilia gravou o seu primeiro CD intitulado Cantabile que inclui algumas das
mais famosas peças escritas para violino e piano. Desde então, tem vindo a participar em diversas gravações de projetos pela Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, que incluem obras de vários compositores portugueses. Em 2014 iniciou um projeto com o acordeonista Gonçalo Pescada que já conta com um álbum editado – Symbiosis. Também realizou uma gravação inédita da Sonata para violino e piano de J. García Leoz com o pianista Rinaldo Zhok pela editora Odradek.
Lilia é concertino da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras e professora de violino no Conservatório de Música de Cascais.
Toca num violino italiano V. Postiglione e um arco francês E.A.Ouchard.

Iddo Bar-Shaï
 

Nascido em 1977, o pianista israelense Iddo Bar-Shai formou-se na Rubin Academy of Music (Tel-Aviv University) com Bracha Ornan-Margalit e depois com Pnina Salzman - ex-aluna de Alfred Cortot na Ecole Normale de Musique e primeiro prémio na classe de Magda Tagliaferro no Conservatório de Paris. Também beneficiou dos ensinamentos de Alexis Weissenberg. Membro da Fundação Cultural América-Israel (1988-1999), foi vencedor de inúmeros concursos nacionais e internacionais.
Segue agora a sua carreira internacional na Europa, Ásia, Brasil e Estados Unidos, em particular nos prestigiosos palcos do Wigmore Hall (Londres), do Théâtre des Champs-Elysées (Paris), do Opera City Hall (Tóquio), Beijing Zhongshan Hall e Fredric R. Mann Auditorium (Tel Aviv).
Toca música de câmara nas formações Ysaÿe, Aviv, Ebène, Modigliani ou American String Quartets, e em orquestra toca desde os doze anos, com a English Chamber Orchestra, Philharmonic Orchestra, Israel, Lille National Orchestra, Orquestra de Câmara de Paris, sob a direção de Aldo Ceccato, Eliahu Inbal, Sir Lawrence Foster, Jesus Lopez-Cobos, Kaspar Zehnder, Günter Pichler, entre outros.
Convidado por Martha Argerich no âmbito do Martha Argerich Project em Lugano, Iddo Bar-Shai apresenta-se todos os anos no Festival Roque d’Anthéron desde 2004. Participou no Festival e na Verbier Academy, no programa do Steans Institute no Festival Ravinia (EUA), Meslay Barn Festival, Menton Festival, Radio France Music Festival em Montpellier, festival internacional de música de câmara em Jerusalém (em Berlim e Jerusalém), bem como Festival de la Folle Journée em Nantes, Lisboa, Tóquio, Varsóvia e Rio de Janeiro.
Foi selecionado por “Dominicans of Haute-Alsace” como artista residente durante as temporadas 2014-15 e 2015-16. Neste contexto, colaborou com o ombromane Philippe Beau no projecto “The Wandering Shadows” com obras para teclas de François Couperin. Este espectáculo foi aclamado pela imprensa e está planeada uma digressão mundial.
Esta temporada é marcada por uma colaboração com o célebre pianista Menahem Pressler, com a execução do concerto duplo para piano de Mozart e uma colaboração com a célebre pianista Martha Argerich, com a execução do concerto de Bach para 4 pianos e também com concertos de música de câmara com Alisa Weilerstein, Vilde Frang, Anna Prohaska, Sayaka Shoji.
Revista Opus HD, e “um disco que atrai, demonstrando que as obras de Couperin são igualmente viáveis ​​no piano moderno, e onde Bar Shai faz um trabalho esplêndido.

Maestro Miguel Fialho
 

Miguel Fialho iniciou os seus estudos musicais no Conservatório Regional de Setúbal na classe do professor Sérgio Oliveira. Na mesma instituição concluíu o curso na classe do professor Paulo Gaspar aos 17 anos. Após ter concluído o ensino secundário na área científico-natural, ingressou no ensino superior na Academia Nacional Superior de Orquestra, onde estudou com Etiénne Lamaison. Ao longo da sua carreira frequentou inúmeros cursos de aperfeiçoamento onde contactou e trabalhou com diversos professores portugueses e estrangeiros tais como Antonio Salguero, G. Lawrie Bloom, Guy Deplus, Hermann Stenfansson, Joan Enric Lluna, Joaquim Ribeiro, Luís Gomes, Manuel Jerónimo, Nuno Silva, Paolo Beltramini, Romain Guyot, Rui Martins ou Walter Boeykens, entre outros. Colaborou com diferentes agrupamentos, orquestras amadoras e profissionais, entre as quais a Orquestra Portuguesa das Escolas de Música (2002), Orquestra Nacional de Sopros dos Templários (2003), Banda Sinfónica Minho-Galaica (2004), Orquestra Câmara de Cascais e Oeiras, Orquestra Académica Metropolitana e Orquestra Metropolitana de Lisboa. Foi premiado em diversos concursos nacionais para jovens músicos onde se destacam o concurso “Os Principais” da RTP1 (1996), no qual foi seleccionado através de um casting a nível nacional; o “2.º Concurso Nacional para Jovens Clarinetistas”, organizado pela Associação Portuguesa do Clarinete (1999) onde ganhou o 2º prémio na sua categoria, e o concurso “Maestro Marcos Romão dos Reis” (2001) onde ganhou o 1.º prémio.

Colaborou, enquanto solista, em agrupamento tradicional de Klezmer no Museu dos Coches, liderado por Laurentiu Ivan-Coca, integrou uma digressão nacional com Melech Mechaya, colaborou com Volker Bertelmann em Hauschka, num concerto para piano comemorativo do 41.º aniversário do Teatro Maria Matos e, mais recentemente, apresentou o seu próprio espetáculo Guerra, Loucura e Noite de Jean (1971-1998) no Festival Internacional de Saxofone de Palmela (2014), um espetáculo por si produzido e realizado.

Miguel Fialho é Licenciado em Instrumentista de Orquestra pela Academia Nacional Superior de Orquestra (Orquestra Metropolitana de Lisboa), Mestre em Música – especialização em Clarinete e Mestre em Ensino da Música, a qual lhe confere Habilitação Profissional para a Docência, ambos conferidos pela Escola Superior de Música de Lisboa. Foi Maestro da Orquestra de Sopros e professor das disciplinas de Clarinete e Classes de Conjuntos Instrumentais no Conservatório Regional do Alto Alentejo durante os anos letivos entre 2008-2011. É também professor das mesmas disciplinas no Conservatório de Música de Cascais desde 2010.

Atualmente, Miguel Fialho desempenha funções de Solista Principal na Banda da Armada Portuguesa e apresenta-se regularmente como solista convidado na Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras assim como na Orquestra Sinfónica de Cascais. É Maestro da Orquestra Juvenil de Cascais.

Orquestra Juvenil de Cascais
 

Por ocasião da iniciativa Cascais Capital da Juventude (2018), o Conservatório de Música de Cascais, em parceria com a Câmara Municipal de Cascais e a Escola Frei Gonçalo de Azevedo, deram início ao ambicioso projeto da criação de uma Orquestra Sinfónica constituída por jovens músicos residentes ou estudantes em Cascais. 

Desde sua ainda recente criação, a Orquestra Juvenil de Cascais afirmou-se desde logo pela qualidade artística das suas interpretações assim como pela qualidade individual dos jovens elementos que a constituem. 

Ao longo da sua existência, a Orquestra Juvenil de Cascais tem assumido uma relevante importância no panorama cultural da região de Cascais, tendo atuado em diversos eventos tais como Cascais Capital da Juventude (2018), Galas da Educação (Casino Estoril - 2018, 2019), Iniciativa do Plano Nacional de Leitura “Ler a Par” (2019), Semana da Educação (Universidade Nova, School of Business and Economics, 2019), entre outros. 

Paralelamente à sua atividade performativa, a Orquestra Juvenil de Cascais desenvolve ainda um intenso trabalho pedagógico na formação e aperfeiçoamento dos jovens músicos que a constituem.   

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